Quinta-feira, 4 de Janeiro de 2007

(3) Ardente

Ardente

 

Cinzento vejo um céu.

Afirmo que não é o meu!

Olho para o meu céu

E vejo que é tão cinzento quanto o teu.

A que conclusão poderei chegar?

Tão simplesmente quero-te amar!

Amor, que palavra estranha,

Rima com dor e arde como lenha.

Arde compulsivamente num coração que também é meu.

Arde compulsivamente e de vermelho pinta o nosso céu.

 

Bruno Miguel Afonso Silva

publicado por poesiaemrede às 18:07
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4 comentários:
De carolina a 6 de Janeiro de 2007 às 22:53
k poema tao podre
De Bruno M. A. Silva a 7 de Janeiro de 2007 às 01:36
Obrigado pelo comentário, de qualquer forma, em tom de opinião, permita-me dizer que talvez a riqueza da poesia esteja na interpretação que lhe quisermos dar. Continue a ser feliz ;-)
De Luís Mendes a 10 de Janeiro de 2007 às 02:43
podre ou não, é a interpretação do poema que o faz, e só quem o fez é que o entende. falar mal é fácil, mas se achas que fazes melhor... há sempre concursos de poesia.
De olivia a 10 de Julho de 2010 às 23:36
grande puta
lol

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