Quinta-feira, 22 de Março de 2007

(120) Hoje olho-te

 

Hoje olho-te

 

Hoje olho-te com a indiferença de um passado distante,
Já não sinto aquele aperto imenso dentro do peito,
Já não sinto o coração a bater descompassadamente,
Já não baixo o olhar, limito-me a seguir adiante,
Já não sinto mágoa, nem dor nem sequer despeito,
Já não sinto tristeza nem choro como antigamente.

Hoje olho-te à distância de um amor imenso
Que foi sem nunca ter sido mais que uma ilusão.

Hoje olho-te à distância e com um sorriso penso
Que és de todas a minha mais doce recordação.

Hoje olho-te à distância e não consigo evitar a saudade
Que a tua simples presença traz à minha memória.

Hoje olho-te à distância e sinto em mim essa verdade
Que me diz que és sem ter sido a minha melhor história!

 

Helena

publicado por poesiaemrede às 19:11
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5 comentários:
De giovanna a 17 de Fevereiro de 2009 às 02:37
adorei o poema ,axo q teve tanto impacto em mim ,fe-me lembra de um amor imenso do passado...alias ao ler o poema senti como se tivesse a contar aquela paixao platonica q vivi e emocionei imenso
De Pedro Leitão a 15 de Abril de 2007 às 23:40
tinha tanto potencial... e deixa-me apenas morno. Gostei imenso da dinâmica criada, muito bo aideia, mas acho que falha em capilatizar no final... alguma métrica forçada e a rima poderia ter sido mais imaginativa... porque a ideia em si está muito boa...
*
De Descontente a 19 de Abril de 2007 às 21:01
Repara bem nos teus erros ortográficos...
E depois comenta...com isenção
De Pedro Leitão a 18 de Junho de 2007 às 19:17
cala-te o atrasado
De L.B. a 25 de Março de 2007 às 19:50

É assim o AMOR... Morre sem ter vivido.

Deixa oco o que nunca foi, plenamente, preenchido...

Lindo o seu poema!




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