Quinta-feira, 22 de Março de 2007

(116) "Triefe"

"Triefe"

Foi fácil chegar aqui
P'ra um dia te encontrar
Ai tempo que já vivi
Não te posso deixar.

O dia que eu partir
Saudades vão ficar
Depois eu vou sentir
A falta de te amar...

Se olhares para trás
E me vires a sorrir
É que não sou capaz
De sem ti prosseguir.

Cada vez que te vejo
O sol canta comigo
Na doçura de um beijo
Canto agora contigo.

F.F.F.

publicado por poesiaemrede às 00:46
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8 comentários:
De Pedro Leitão a 15 de Abril de 2007 às 23:45
Não concordo com os comentários anteriores...
Porque 1º- Deus aqui não manda nada:) nem ajuda ninguém... somos todos iguais si?
e 2º- não percebo porque o pessoal das ilhas se junta sempre todo... não sabem ser independentes? eu não vou por ai apoiar sempre o pessoal de coimbra (a minha cidade, e a mais bonita de portugal :D).

QUanto ao poema, é basicamente um poema de escola primaria, nomeadamente quadra popular, rima fácil, sem brilho, sem génio, sem novidade... e sem sequer ser o primeiro do género.

Originalidade, please... ou qualidade na imitação dum estilo.
De Descontente a 19 de Abril de 2007 às 20:34
Por favor, mete o teu comentário no 'saco' e ao menos tenta fazer igual...se é que és capaz.

Ao autor deste poema apresento o meu apoio e continue sempre.Cada qual tem o direito de expressar a sua veia poética.
De Pedro Leitão a 9 de Maio de 2007 às 14:14
Ao menos tenho a coragem de assinar. Igual não farei, mas melhor... sem problema:)

Eu apenas expressei a minha opinião literaria sobre o poema... nem conheço o escritor. Estão á vontade para avaliar também o que escrevo, ate agradeço.

Cumprimentos
De Azoriana a 22 de Abril de 2007 às 00:23
Não venho aqui defender ninguém que nem precisa porque cada qual apresenta o que lhe aprouver e souber.
Por acaso até o F.F.F. tem a instrução primária mas não é por isso que se deve menosprezar.

1º Deus, sim, está em toda a parte e está a ver-te por fora e por dentro. Nós somos nada e com Deus tudo. Nunca esqueças que hoje podes escrever divinamente mas és pó e em pó te hás-de tornar. Não fui eu que escrevi isto, já está há muito mas muito tempo escrito. Não te auto-glories, fica muito feio.

2º O pessoal das ilhas é unido, amigo, e vai até às últimas consequências por um irmão seu. Não admira que, e pelo que escreves, te sintas frio na tua própria bela e mais bonita cidade. Há que não ferir os sentimentos dos outros, há que se medir as palavras e nunca se deve avaliar o que quer que seja subjectivamente e tão friamente, porque não sabes se vais ferir sentimentos.

O que conta aqui, e sei o que estou a escrever, é que este poema, seja primário ou não, foi feito com Amor: isso te garanto! E o amor é simples, prático, puro e sincero. Nada melhor que "Na doçura de um beijo" para se saber escrever o melhor poema de amor concreto.
Por favor, não me respondas com um poema de frieza.

Tomas um chá?
De Pedro Leitão a 9 de Maio de 2007 às 14:17
Quanto á existencia de Deus: Http://semdemoras.blogs.sapo.pt

Segundo... não me auto-gloriei em nada, apenas fiz uma critica literaria. Não falei de nada sequer escrito por mim.

Quanto ao chá... não é algo que aprecie especialmente... se for antes uma coca cola aceito :)
De a-terceira-ndo a 3 de Abril de 2007 às 00:59
Muito bonito. Digno representante da ilha.
De futebolgenteetoiros a 3 de Abril de 2007 às 00:19
Olá, hoje não és tu que escreves, sou eu, a tua cara metade.
Vou torcer para que ganhes o prémio porque para além da beleza do teu poema inventaste a melhor melodia que guardo no meu coração. Amo-te!
Cada vez que te vejo
O sol canta comigo
Na doçura do teu beijo
Canto agora contigo.
De Azoriana a 22 de Março de 2007 às 21:44
Cantas muito bem. Parabéns! Deus permita que ganhes o prémio porque mereces...

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