Terça-feira, 6 de Março de 2007

(86) Realidade Irreal

                                        Realidade Irreal
 
 
            Numa noite de Lua Cheia
            Foste, linda, aparecer.
            Eras um Anjo, uma Sereia…
            Imaginário do meu Ser?
 
            Tocaste, não era Ilusão,
            Com um olhar meigo e terno,
            Tornaste meu Coração
            Mais ardente que o Inferno.
 
            Fiquei então enfeitiçado
            Por esse Amor Irreal
            Com um toque de encantado
            E pouco de natural.
 
            Aproximaste e deste um beijo
            Que percorreu o meu Ser.
            A Alma ficou com desejo…
            O Corpo ficou a arder!
 
            Esse beijo de divindade
            Fez-me então acreditar
            Que para toda Eternidade
            Saberia o que era Amar.
 
            Pouco depois amanheceu
            O Real era Ilusão.
            Pois tudo o que aconteceu
            Foi Sonho do Coração…
 
 
Poema de: Vasco Paixão
publicado por poesiaemrede às 15:36
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3 comentários:
De Joana Nogueira a 6 de Março de 2007 às 22:13
Que poema tão lindo! Não foi feito para mim, mas também ainda não me conhecias! E agora expressas por actos o que tão bem antes expressavas por palavras!
Adoro-te namorado talentoso!***
De Vasco Paixão a 7 de Março de 2007 às 18:59
É verdade que não o fiz para ti amor, mas sabes tão bem que só escevia quando estava triste e magoado porque não era correspondido...

Agora que te encontrei não consigo escrever porque nunca mais fiquei triste nem nunca mais me magoaram!

Adoro-te muito
De Joana Nogueira a 6 de Março de 2007 às 22:13
Que poema tão lindo! Não foi feito para mim, mas também ainda não me conhecias! E agora expressas por actos o que tão bem antes expressavas por palavras!
Adoro-te namorado talentoso!***

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