Domingo, 1 de Abril de 2007

Publicação Final

Publicação Final dos Poemas de Amor Apresentados ao Prémio Poesia em Rede

Publicação Final dos Poemas de Amor Apresentados ao Prémio Poesia em Rede

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publicado por poesiaemrede às 02:11
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(152) Cinzas

Cinzas

 

O brilho, orla metálica

deslizando sobre

as falanges desertas

simples arremesso

entre o sentido

e a palpitação

fluindo sob o adarve da aorta

e a masmorra do ventrículo

como se a noite depusesse

a pétala, no cinzeiro lírico do amor

e aguardasse uma só face

estendida na promessa,

oxigenando o rosto do beijo,

sobre o jorro das cinzas agasalhadas

numa só face…

a tua face,

desenleando ternos olhares nas mãos

que te ampararão.

 

 

Pseudónimo: Álvaro Mar

publicado por poesiaemrede às 01:48
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(151) Sentei-me à beira-mar

 

Sentei-me à beira-mar

O sol batia-me no rosto.

O vento fazia-me arrepiar…

Olhei em teus olhos

Vi-me reflectida em ti.

Suavemente tocaste na minha mão

Estremeci… Corei... Sorri…

Ninguém controlava aquela situação

Ninguém sabia onde ia parar…

Um leve suspiro…

Uma momentânea troca de um olhar…

E tanto que eu te queria dizer…

Dei por mim na tua boca

Um toque… um beijo…

Nada mais ficaria por dizer

Sentias o meu desejo

Era mais do que podias saber…

Queria-te mais que tudo…

E ali ficamos… olhamos o horizonte

Abraçados… longe do mundo

Entre beijos e olhares e carinhos

E palavras sinceras que saíam…

 

É assim que me fazes sentir

É assim que quero estar

Junto a ti… sentir-te… beijar-te…

Estarei a sonhar? Sim, estou…

Mas estamos quase a acordar

E um no outro vamo-nos saciar…

 

 

Ass: Vânia

publicado por poesiaemrede às 01:47
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(150) Caí na desgraça

                             Caí na desgraça

                  Se um dia saí de dentro de mim,
                  Se um dia vivi tudo até ao fim.
                  Nesse dia gritei pela vida passada,
                  Nesse dia chorei pela outra estrada.
                  Nesse dia olhei e já não vi nada.

                  Então no deserto onde eu estava,
                  Descobri de certo o que se passava.
                  O fim era agora já estava aqui.
                  Já, sem mais demora o epílogo li,
                  E vi-te senhora...tão longe daqui.

                  Se um dia voltar eu hei-de querer,
                  Eu hei-de abraçar todo o viver.
                  Mas por enquanto mais nada se passa,
                  Estás longe e portanto caí na desgraça,
                  De te amar tanto...que nunca mais passa.


por a-TERCEIRA-ndo

publicado por poesiaemrede às 01:41
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(149) O amor é o fim

O amor é o fim
O amor é a estrada
O amor é o inicio da caminhada
O amor é o que une
O amor é o que ata
O amor o medo despedaça
O amor é chama
O amor é a brasa
O amor é viajante que retorna a casa
O amor liberta
O amor não passa
O amor é um estado de graça
O amor é consciência
O amor é real
O amor é a ausência do mal
O amor é tudo aquilo que somos
Quando os nossos passos são fieis aos nossos sonhos.

Anuska

publicado por poesiaemrede às 01:39
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(148) Um Mundo de Sonho/Um Sonho de Mundo

Um Mundo de Sonho/Um Sonho de Mundo


Deslizo pelas rugas dos lençóis,

O lume do dia
Vem brincar sobre o teu corpo.
Olho-te…Espero-te…
Saímos,
Vulgos exploradores,
Com vontade de descobrir recantos
Torná-los nossos.
Naquela loucura infantil
Característica dos amantes.
Conduzida por Ti, sorvo ruelas
Vislumbro varandins a dourar ao sol
Dirigimo-nos ao mar
Sabes sempre,
Adivinhas sempre, onde quero estar!
Sol, areia e salpicos salgados.
Envolto pelas lágrimas marinhas,
Reflectes-te em mil pedaços,
Cada qual com o seu brilho,
A sua cor…
As minhas mãos procuram as tuas,
Querem entrelaçá-las, guardá-las…
Hoje, tenho as tuas gargalhadas,
Diluídas na brisa fresca que teima em brincar com os meus cabelos.
Os raios de sol vêm,
Suavemente,
Despedir-se de nós….
Deslizo pelas rugas dos lençóis
E, acordo d’um dia perfeito
No sonho de uma noite.

 

Ricky

publicado por poesiaemrede às 01:36
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(147) O tempo

O tempo

O tempo passou e não parou
Mas eu ainda continuo aqui
Como aquela que um dia chorou
Por amar alguém, por amar a ti…
O tempo passou, rápido, voou
E acabei por sozinha me perder
Num tempo que passou e não parou
Enquanto esperava por te ter…
O tempo, esse maldito, não parou
Quando te sentia de novo em mim
Num momento que um dia chegou
E voou veloz e chegou ao fim…
O tempo passou e não parou
E correu mais que o vento por nós
E o tiquetaque nem sequer cessou
Só acelerou cada vez mais veloz…
O tempo não para quando queremos

Acelera, mais e mais, acelera e corre
E por mais que nós até tentemos
O tempo não para e sempre foge…

Cátia Azulinha Silva

publicado por poesiaemrede às 01:34
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(146) Não foi à primeira

Não foi à primeira


Não foi à primeira que descobri
Que o que sinto por ti
É algo fora do normal
Não à segunda
Nem à terceira vez
Que senti o fogo ardente
Que queima-me por fora e por dentro
....a chama latente
Que incendeia o meu centro
Mas sim da última vez que te vi
E senti que um minuto era uma eternidade
Quando longe de ti
Minha celebridade
....sei lá se mereço sofrer
....sei lá se cometi algum pecado numa vida anterior
E dele não me arrependi
Mas sei que… estou prestes a pecar de novo
Porque eu não quero que esta chama
Que vem de dentro do meu corpo
Torne-se apenas numa luz incandescente
Que despeja velhas lembranças
Que torne-se apenas numa nascente
Ressuscitando as minhas esperanças,
Esperanças essas detentoras de um forte desejo
Que desde que apaixonei-me por ti
Guardá-las tem-se tornado um sacrilégio

Autor:  Paulo Menezes

publicado por poesiaemrede às 01:24
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(145) Amor

AMOR

 

Abro um pouco o A,

beijo com vontade o M,

contorno bem o O,

e faço cócegas ao R...

 

assim mostro o que sinto!

 

Se te soletrar, direi:

 

A de Amor,

M de Muito amor,

O de Obviamente amor

R de Repito amor.

 

Se te desenhar será com:

 

um redondo Arco

feito à Mão livre

na mais linda Obra

que me sai sem Rascunho.

 

E pronto...

sais sempre tu,

sai sempre AMOR!

 

                                            MJMS

publicado por poesiaemrede às 01:16
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(144) Deixa o sol saber em seu corpo

deixa o sol saber em seu corpo
nos limites da pele
um carinho

atalho até sua boca outro beijo
sabe-se da vontade
um corte

anda-se nos astros por destino
o que é recusado
um desejo

então falar com a leveza da luz
com a leveza da alma
o amor


Clarice

publicado por poesiaemrede às 01:12
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